Dentro
do filme “pro dia nascer feliz” vimos a realidade das escolas brasileiras e a
quantidade de cultura que a escola engloba. A maneira com que nós, futuros
professores, encaramos essa bagagem cultural miscigenada de nossos alunos, é o
principal fator para que o aluno tenha outra visão da sala de aula e entenda o
que ele faz ali, ou que ele se desestimule por conta do professor e demais
funcionários não conseguirem lidar com essa pluralidade tão acentuada como no Brasil.
O alunado vem sendo tratado de maneira homogenia, o que faz com que esses
alunos com vidas e senso de mundo tão diferentes, fiquem perdidos nas
imposições que a escola exerce, esquecendo que esse aluno tem sim, muito a
agregar em sala e as experiências de cada um, somadas a professores que saibam
interagir e promover debates, que dialoguem com o mundo do alunado, torna mais
próximo a inserção do aluno na sociedade, pois assim ele vai acrescentando
novas experiências, na qual ele não vive e passa a perceber que todos têm algo
a acrescentar e a entender que há outros pontos de vista, assim desenvolvendo
uma perspectiva de mundo. Por isso o convívio na escola é essencial, a escola
não pode ser um lugar onde os alunos sentam, engolem uma serie de “saberes” e
vão para casa. A socialização é um forte elemento para conseguirmos realmente
preparar este aluno para a sociedade e a participação da família e demais
pessoas e instituições que somam a escola estes valores no qual falamos, é
valido e merece ser mais praticado. Portando juntando a pluralidade cultural e
usando a favor da educação, (ao contrario do que é hoje) e a socialização que a
escola oferece, temos então diversas formas de tratar este alunado de maneira
mais singular, respeitando suas particularidades, sem taxar e estereotipar o
mesmo, é um pensamento demais ultrapassado e já passou da hora de uma visão diferenciada
ser mais praticada.
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